Vítreo
Até 2005, a Facamp não tinha nenhum periódico produzido pelos alunos. Percebendo essa necessidade, Eduardo Ananias e
Kaique Moura lançaram um boletim feito pelos e para os alunos.
Em 2006, o boletim virou jornal. Depois, com a chegada da então aluna de design Aline Bottcher, o jornal passou por uma
guinada estética, transformando-se na revista Vítreo que conhecemos hoje.
Manter um jornal parecia ser algo simples, principalmente em uma faculdade com cursos de jornalismo e design, tão
intimamente ligados a tal produção; além disso, podíamos contar com formadores de opinião vindos dos cursos de direito,
administração, relações internacionais e economia. Contudo, manter o periódico nunca foi tão simples quanto pode
parecer. O Vítreo pode ser visto como uma pequena síntese das dificuldades do DCE . Percebemos a dificuldade de
manter equipes fixas, o que mostra como necessitamos de pessoas dispostas a trabalhar e a assumir compromissos, a
fim de impulsionar esse projeto cada vez mais adiante. Também tivemos dificuldades com a estética, com conteúdo,
com opiniões e com gastos de produção. Tais dificuldades permitiram erros e acertos, ambos valiosos para a
aprendizagem.
Mais do que acertar, é importante manter esse laboratório que temos e, para aqueles que aderiram a esse projeto, a
dificuldade de manter o Vítreo torna-se um saboroso e gratificante desafio.
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Mande seu material para vitreo@dcecelsofurtado.org